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	<title>Luz, Câmera, Post</title>
	<link>http://luzcamerapost.blogsome.com</link>
	<description>Sétima arte por quem nada entende de arte</description>
	<pubDate>Sun, 04 Feb 2007 21:17:49 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>

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		<title>Rocky Balboa</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Feb 2007 21:17:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Premìere</category>
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		<description><![CDATA[	G&ecirc;nero: Drama/Boxe/Nostalgia Dire&ccedil;&atilde;o: Silvester StalloneElenco: Silvester Stallone, Burt Young, Milo Ventimiglia, Antonio Tarver.
	Um das maiores séries de filmes de todos os tempos, Rocky é como a carreira de muitos pugilistas: temos o início arrebatador&nbsp;em Rocky, um lutador, o auge e apogeu até Rocky IV (apesar de muitos considerarem uma bobagem sem fim) e o declínio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>G&ecirc;nero: Drama/Boxe/Nostalgia <br />Dire&ccedil;&atilde;o: Silvester Stallone<br />Elenco: Silvester Stallone, Burt Young, Milo Ventimiglia, Antonio Tarver.</p>
	<p>Um das maiores séries de filmes de todos os tempos, Rocky é como a carreira de muitos pugilistas: temos o início arrebatador&nbsp;em <em>Rocky, um lutador</em>, o auge e apogeu até Rocky IV (apesar de muitos considerarem uma bobagem sem fim) e o declínio em Rocky V, considerado pelo próprio Stallone como o pior filme da série. O que se faz depois do, digamos, fim, é o que define a história do lutador na nobre arte.</p>
	<p>Temos diversos exemplos; Floyd Patterson, por exemplo, perdeu a última luta de sua carreira&nbsp;para Sonny Liston e saiu do ringue disfar&ccedil;ado. Seu maior inimigo sempre foi o medo. Tyson, um exemplo mais recente, mordeu a orelha de Evander Holyfield n&atilde;o uma, mas duas vezes. Com Rocky n&atilde;o seria diferente, se tivesse parado em Rocky V.</p>
	<p>Mas Stallone resolveu n&atilde;o parar. E, aco contrário do que temíamos, fez um ótimo filme. N&atilde;o é <em>Rocky, um lutador</em>, n&atilde;o é <em>Menina de Ouro</em> e, muito menos, <em>Touro Indomável</em>, para ficarmos em alguns clássicos. Está, em pieguice, para <em>A Luta pela esperan&ccedil;a</em>, onde Jim Braddock (Russel Crowe) sofre com a Grande Depress&atilde;o para depois voltar ao boxe e terminar no auge.</p>
	<p>Lá está Rocky, em seu&nbsp;outono. Dono da cantina italiana &quot;Adrian&#8217;s&quot;, em homenagem a falecida esposa, continua reconhecido como um mito. Mas, como o próprio diz ao seu cunhado e treinador Paulie (Burt Young), ainda tem sua fera interior pedindo para ir ao ringue, assim como anos atrás Apolo Creed (Carl Wheaters) arriscou sua fera interior contra Ivan Drago (Dolph Lundgren). Do outro lado do ringue temos Mason Dixon (Antonio Tarver) e os tempos atuais do boxe, mantendo algumas biografias&nbsp;interessntes como as de Lennox Lewis, o ingl&ecirc;s jamaicano, e o próprio Tyson, porém supradominado por figuras anti-sociais, alguns quase facínoras, e pelo gangsta rap. Como o próprio Tyson.</p>
	<p>Por conta de uma hipotética luta por computador, Stallone vence Dixon. Juntando os itens dos parágrafo acima, mais empresários que em muito lembram Don King, temos o retorno do Garanh&atilde;o Italiano contra o atual campe&atilde;o. E a reden&ccedil;&atilde;o de Stallone como cineasta, do treinamento de Rocky Balboa &agrave; luta contra Dixon. Usa-se muito bem a mitlogia da série e termina-se com um sobriedade talvez antes nunca vista em todos os Rockys anteriores. É a maturidade de um filme que tem sues f&atilde;s e seus detratores. É a maturidade de Stallone. O máximo que ele pode ter de maturidade cinematográfica, agradando ou n&atilde;o ao espectador.</p>
	<p>Se depois de Rocky Balboa, Stallone vier a realizar qualquer filme, será lembrado por Rocky. Mais do que o outono do lutador, é o outono do ator e diretor. Ainda que saia alguma obra-prima em sua infindável carreira.</p>
	<p><strong>Nota: Quatro estrelas na testa do Stallone, mais um muito obrigado.</strong></p>
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		<title>Diamante de Sangue</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jan 2007 13:44:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Resenha</category>
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		<description><![CDATA[	G&ecirc;nero: DramaDire&ccedil;&atilde;o: Edward ZwickElenco: Leonardo Di Caprio, Djimon Hounson, Jennifer Connely, Arnold Vosloo
	De Zwick, vi dois filmes: Nova York Sitiada e O Último Samurai. Dos dois, o principal atrativo s&atilde;o o apuro com a paisagem (mesmo se tratanto de lugares distintos como a Nova York atual e&nbsp;o Jap&atilde;o de tempos onde a Inglaterra ainda navegava) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>G&ecirc;nero: Drama<br />Dire&ccedil;&atilde;o: Edward Zwick<br />Elenco: Leonardo Di Caprio, Djimon Hounson, Jennifer Connely, Arnold Vosloo</p>
	<p>De Zwick, vi dois filmes: Nova York Sitiada e O Último Samurai. Dos dois, o principal atrativo s&atilde;o o apuro com a paisagem (mesmo se tratanto de lugares distintos como a Nova York atual e&nbsp;o Jap&atilde;o de tempos onde a Inglaterra ainda navegava) e as atua&ccedil;&otilde;es. No primeiro, um quarteto do barulho, formado por Denzel Washington, Anette Benning, Bruce Willis e Tony Shaloub, que sustentam com muito carisma um roteiro um tanto capenga e com aquele ar de os Estados Unidos salvam o mundo,&nbsp;t&atilde;o comuns e que, quando bem interpretados, seguram o filme.</p>
	<p>Já no segundo filme tinhamos Ken Watanabe, a única&nbsp;refer&ecirc;ncia realmente&nbsp;japonesa, com seus códigos de honra e toda a mitologia dos samurais, dentro de um filme americano. É como se Takeshi Kitano tivesse dado umas dicas ao diretor da cidade de Chicago. Saiu-se bem, apenas do enredo mais uma vez dar aquela empurrada para a sobrevi&ecirc;ncia do modelo ingl&ecirc;s (que mais se assemelha ao norte-americano) de ser e estar. O ingl&ecirc;s Tom Cruise adora o Jap&atilde;o, as japonesas, e reencontra a reden&ccedil;&atilde;o no modo de vida oriental. Mas sua bravura, sua coragem e sua fidelidade a quem lhe ajudou s&atilde;o tipicamente do lado de cá.</p>
	<p>N&atilde;o chega a corromper os filmes citados. Deixa um gosto amargo, mas isso até as coisas boas como café, chocolate e cerveja o t&ecirc;m. E há o público que adora, é claro. A situa&ccedil;&atilde;o só complica quando lidamos com algo que a culpa ocidental é latente, e onde o abandono dos países &quot;desenvolvidos&quot; (o termo é geral, e tenho muitas controvérsias sobre) é fato que n&atilde;o dá para esconder.</p>
	<p>Falamos dos diamantes de sangue, que s&atilde;o exportados da África para Europa e América. A custa de muitas vidas, ou bra&ccedil;os dependendo do humor do &quot;coronel&quot; em quest&atilde;o (detalhe interessante é que a arte de cortar bra&ccedil;os n&atilde;o vem dos milicianos africanos, sempre pintados em filmes como este como insanos possuídos pela luxúria, pelo poder e consumidos pelas drogas. Os belgas, eles mesmos, símbolos de classe por seus chocolates e suas cervejas, foi quem come&ccedil;aram a deixar as col&ocirc;nias africanas manetas). Em uma das muitas áreas de mineira&ccedil;&atilde;o em Serra Leoa está Solomon Vady (Dijmon Hounson), pescador que tem sua família raptada por milicianos da FUR (For&ccedil;a Unida Revolucionária). Do outro lado temos Danny Archer (Di Caprio, melhorando a cada dia que passa), traficante de diamantes, &quot;adido&quot; das corpora&ccedil;&otilde;es de venda do produto da Europa no continente africano. Archer é natural do Zimbabue, chamada Rodésia quando ainda col&ocirc;nia e assim tratada pelo personagem. O descaso dele pelo continente reflete o do países desenvolvidos; de lá sai apenas seu sustento, a col&ocirc;nia de sua metrópole pessoal. </p>
	<p>Solomon v&ecirc; a oportunidade de uma vida quando acha um diamante de 100 quilates, pedra mais preciosa dentre as preciosas. A chance de reaver a família, o filho mais jovem que, como tantos, seria&nbsp;treinado pelas milícias para a guerra. Archer v&ecirc; a oportunidade de ir embora da África através da pedra. No meio disso tudo, Maddy Bowen (Jeniffer Connely), jornalista idealista, v&ecirc; a chance de ter a matéria que colocará e maus len&ccedil;óis os importadores de diamante da Europa. Uma boa metáfora, um usa o outro e todos usam a África. Problema&nbsp;aqui é a condescend&ecirc;ncia de Zwick com os países grande, isentando-os de culpa, dizendo em linhas claras: quem compra é voc&ecirc;, o problema é seu. N&atilde;o deixa de ser verdade, mas o buraco é mais embaixo. Ou melhor, mais em cima, visto que lá embaixo temos apenas a África, ela sim a grande prejudicada de toda a história, seja por diamantes, marfins, ouro, petróleo. S&atilde;o todos marionetes de seus sistemas, das políticas adotadas por seus países.</p>
	<p><strong>Nota: 3 estrelas e meia na testa de Edward Zwick, mais um visto para sair dos EUA. Junto com seu cinema.</strong></p>
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		<title>Os Estados Unidos contra John Lennon</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2006 14:48:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Resenha</category>
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		<description><![CDATA[	Dire&ccedil;&atilde;o: David Leaf e John ScheinfeldDura&ccedil;&atilde;o: 99 minutosDocumentário
	O que Noam Chomsky, Gore Vidal, Tariq Ali, Carl Bernstein, Bob Seale (ex-líder dos Panteras Negras), John Sinclair (ativista político norte-americano), Yoko Ono, Ron Kovic (autor do livro que deu origem ao filme &quot;Nascido em 4 de Julho)&nbsp;e Geraldo Rivera (aquele do bigodinho e dos programa de auditório [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Dire&ccedil;&atilde;o: David Leaf e John Scheinfeld<br />Dura&ccedil;&atilde;o: 99 minutos<br />Documentário</p>
	<p>O que Noam Chomsky, Gore Vidal, Tariq Ali, Carl Bernstein, Bob Seale (ex-líder dos Panteras Negras), John Sinclair (ativista político norte-americano), Yoko Ono, Ron Kovic (autor do livro que deu origem ao filme &quot;Nascido em 4 de Julho)&nbsp;e Geraldo Rivera (aquele do bigodinho e dos programa de auditório Geraldo, que alegrava as tardes/noites do SBT) t&ecirc;m em comum? Alguém conseguiria reunir tanta gente diferente abordando sobre o mesmo tema? Pois os diretores de <em>O Estados Unidos contra John Lennon</em> conseguiram. E bem, por sinal.</p>
	<p>Rico em imagens de arquivo e em histórias curiosas sobre como o governo Nixon resolveu afiar as garras para combater a campanha pacifista do&nbsp;ex-Beatle, em especial por conta da participa&ccedil;&atilde;o do músico em atos políticos contrários &agrave; Guerra do Vietn&atilde;, o documentário, essencialmente fundado em declara&ccedil;&otilde;es dos supracitados, dentre outros,&nbsp;e na mítica figura do casal John e Yoko, al&ccedil;ados ao status de representantes carnais da paz e do amor, peca em apenas um ponto: é de m&atilde;o única.</p>
	<p>É comum, na constru&ccedil;&atilde;o de documentários, que diferentes partes sejam ouvidas. Michael Moore, o atual incensado do g&ecirc;nero, costuma por seu alvo para trope&ccedil;os públicos, além é claro dos opositores ao tema em quest&atilde;o. Antes de ser um recurso, dá ao espectador a impress&atilde;o de imparcialidade e isen&ccedil;&atilde;o do fato em tela. Com <em>Os Estados Unidos contra John Lennon</em>, fica-se a estranha sensa&ccedil;&atilde;o de propaganda institucional, um filme de f&atilde;s do trabalho e, acima de tudo, da figura libertária e pacifista que o músico representa até os dias de hoje.</p>
	<p>De resto, trata-se de um deleite. Imagens históricas de Nixon, dos protestos contra a Guerra, Panteras Negras ao lado de ativistas brancos e do&nbsp;senador George McGovern&nbsp;falando em uníssono, o&nbsp;caos&nbsp;unindo&nbsp;os eq&uuml;idistantes. A trilha sonora, obviamente, é o grande elemento do filme e a figura emblemática de John segura o espectador. Mais do que um mito, Lennon, diferente dos outros Beatles, tinha completa no&ccedil;&atilde;o do quanto sua imagem agregava e do quanto aquilo poderia ser usado a favor das causas que&nbsp;defendia. Mais do que um músico, John passa uma imagem messi&acirc;nica, do justo, do generoso, daquele que rebate a viol&ecirc;ncia com sorrisos. É isso que Leaf e Scheinfeld destacam no&nbsp;filme. Mais do que letras, Lennon fez história;&nbsp;com um&nbsp;sorriso humilde no rosto, daqueles que parecem n&atilde;o ter a menor no&ccedil;&atilde;o do tamanho, o ex-Beatle passava imagem de fanfarr&atilde;o dizendo tolices. No fundo, todos sabiam que Lennon era muito mais experto do que aparentava. E também tinham no&ccedil;&atilde;o do perigo que representava para o stabilishment mundial.</p>
	<p><strong>Nota: Tr&ecirc;s estrelas na testa de David Leaf e John Scheinfeld.</strong></p>
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		<title>24 Horas - 6ª Temporada</title>
		<link>http://luzcamerapost.blogsome.com/2006/10/31/p9/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Oct 2006 16:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Tevêlândia</category>
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		<description><![CDATA[	24 Horas é aquele típico seriado clichez&atilde;o que aparece na TV e engrena de forma avassaladora. Convenhamos, McGyver n&atilde;o era lá grande coisa mas, com Tom Saywer na trilha de abertura e as peripécias do herói, conseguiu conquistar cora&ccedil;&otilde;es e mentes mundo afora, virando sin&ocirc;nimo do impossível.
	Jack Bauer, o agente que a cada temporada vive [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>24 Horas é aquele típico seriado clichez&atilde;o que aparece na TV e engrena de forma avassaladora. Convenhamos, McGyver n&atilde;o era lá grande coisa mas, com Tom Saywer na trilha de abertura e as peripécias do herói, conseguiu conquistar cora&ccedil;&otilde;es e mentes mundo afora, virando sin&ocirc;nimo do impossível.</p>
	<p>Jack Bauer, o agente que a cada temporada vive o pior dia de sua vida, tem o seu qu&ecirc; de Mcgyver, sem dúvida alguma. A cada inusitada situa&ccedil;&atilde;o ocorrida nos episódios, ele constrói bombas com doces de padaria (ok, exagerei na compra&ccedil;&atilde;o), combate um esquadr&atilde;o mercenários altamente treinados&nbsp;contando com a ajuda de apenas tr&ecirc;s civis (isso é verdadeiro, ocorreu na quarta temporada), enfim, faz o diabo, entre uma liga&ccedil;&atilde;o para Unidade Contra Terrorista ou para o presidente dos EUA. Mas 24 Horas vai além das peripécias de Jack. O enredo bem amarrado, aliado as c&acirc;meras intimistas (o campo de vis&atilde;o do telespectador é, quase sempre, o de conspira&ccedil;&atilde;o, visto por trás de prateleiras e afins), faz com que o dia de Jack seja nosso dia. Dia esse, aliás, o maior trunfo do seriado: é tudo em tempo real. Cada a&ccedil;&atilde;o é filmada com tempo cronometrado e assim, cada um dos 24 episódios, contando os comerciais, dura exatamente uma hora.</p>
	<p>Pois bem, agora a Fox, que ajudou a dar vida ao seriado, liberou na Internet o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=j46fp4U34eo" target="_self">trailer</a> da sexta temporada. A quinta, que tinha come&ccedil;ado e terminado de forma embasbacante, parecia ter exaurido toda e qualquer idéia de novidade. Eis que surge o trailer, que deixa f&atilde;s babando em seus teclados, principalmente com a frase que ecoa após o término do vídeo: Jack Bauer must die!</p>
	<p>Poucas vezes eu me vi agradecendo o Rupert Murdoch. Mas essa é, sem duvida,&nbsp;uma delas.</p>
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		<title>Eyes of Tiger</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jul 2006 13:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Premìere</category>
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		<description><![CDATA[	Pode ser dito qualquer coisa sobre Silvester Stalonne, menos que quatro dos cinco filmes da série Rocky n&atilde;o s&atilde;o competentes, tanto em roteiro como tecnicamente. S&atilde;o filmes de boxe que se equivalem tecnicamente aos excepcionais Touro Indomável, Menina de Ouro e Ali, com os citados ganhando disparados no que diz ao desenrolar da história.
	De qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Pode ser dito qualquer coisa sobre Silvester Stalonne, menos que quatro dos cinco filmes da série Rocky n&atilde;o s&atilde;o competentes, tanto em roteiro como tecnicamente. S&atilde;o filmes de boxe que se equivalem tecnicamente aos excepcionais <em>Touro Indomável</em>, <em>Menina de Ouro</em> e <em>Ali</em>, com os citados ganhando disparados no que diz ao desenrolar da história.</p>
	<p>De qualquer forma, cada um dos quatro primeiros filmes da série produziram cenas ic&ocirc;nicas, desde o &quot;Adrian&quot; &agrave; trilha sonora empolgante enquanto Sly corre, escadaria acima, preparando os músculos para a próxima luta. Mesmo a paranóia da Guerra Fria exposta em alguns filmes dos anos 80 trouxe um filme bom na série, <em>Rocky VI</em>, onde o oponente era a amea&ccedil;a vermelha encarnada, de forma bastante convincente, por Dolph Lundgren.</p>
	<p>Mas o qu&ecirc; Rocky faz na sess&atilde;o prem&igrave;ere, voc&ecirc; pergunta. Oras, clique <a href="http://www.omelete.com.br/superomelete/filmes/paginas_db/rocky_balboa_-_trailer.asp" target="_self">aqui</a> e morra de nostalgia com o lutador de volta aos ringues para o que possivelmente seja último desafio de sua vida. Se via convencer ou n&atilde;o, só saberemos em dezembro. De qualquer forma continuam lá a música e os socos no ar de Rocky Balboa. Que soe o gongo. </p>
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		<title>O último grande herói</title>
		<link>http://luzcamerapost.blogsome.com/2006/07/07/o-ultimo-grande-heroi/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Jul 2006 13:04:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Momento Ed Wood</category>
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		<description><![CDATA[	Dire&ccedil;&atilde;o: John McTiernan
	G&ecirc;nero/Ano: A&ccedil;&atilde;o/1993
	Arnold                Schwarzenegger (Jack Slater / Arnold Schwarzenegger)               F. Murray Abraham (John Practice)            [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Dire&ccedil;&atilde;o: John McTiernan</p>
	<p>G&ecirc;nero/Ano: A&ccedil;&atilde;o/1993</p>
	<p><font><a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/personalidades/atores/arnold-schwarzenegger/arnold-schwarzenegger.asp">Arnold                Schwarzenegger</a> (Jack Slater / Arnold Schwarzenegger)<br />               F. Murray Abraham (John Practice)<br />               <a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/personalidades/atores/art-carney/art-carney.asp">Art                Carney</a> (Frank)<br />               Charles Dance (Benedict)<br />               Frank McRae (Dekker)<br />               Tom Noonan (Ripper / Tom Noonan)<br />               Robert Prosky (Nick)<br />               <a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/personalidades/atores/anthony-quinn/anthony-quinn.asp">Anthony                Quinn</a> (Tony Vivaldi)<br />Austin O&#8217;Brien (Danny Madigan)<br />               <a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/personalidades/atores/ian-mckellen/ian-mckellen.asp">Ian                McKellen</a> (Morte)<br />Tina Turner (Prefeita)<br />               Ryan Todd (Andrew Slater)<br /><a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/personalidades/atores/sharon-stone/sharon-stone.asp">Sharon                Stone</a> (Catherine Tramell) <br />               <a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/personalidades/atores/james-belushi/james-belushi.asp">James                Belushi</a><br />               <a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/personalidades/atores/chevy-chase/chevy-chase.asp">Chevy                Chase</a><br />               <a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/personalidades/atores/danny-devito/danny-devito.asp">Danny                DeVito</a><br />               M.C. Hammer<br />               Little Richard<br />               Robert Patrick<br />               Maria Shriver<br />               <a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/personalidades/atores/jean-claude-van-damme/jean-claude-van-damme.asp">Jean-Claude                Van Damme</a><br />               Melvin Van Peebles<br />               <a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/personalidades/atores/damon-wayans/damon-wayans.asp">Damon                Wayans</a></font> </p>
	<p>Muitas homenagens já foram feitas ao cinema e algumas s&atilde;o clássicas, como <em>Crepúsculo dos Deuses</em> de Billy Wilder, <em>Rosa Púrpura do Cairo</em>, de Woody Allen e <em>O Último Grande Herói</em>, de John McTiernan.</p>
	<p>Antes que voc&ecirc; alegue que eu estou insano, assista o filme: é uma singela, e muito bem bolada, homenagem aos filmes de a&ccedil;&atilde;o (e as vezes, por incrível que pare&ccedil;a, vai além disso!). O roteiro é simples: garoto fissurado em filmes de a&ccedil;&atilde;o recebe um bilhete mágico que pode transportá-lo para o mundo do cinema. F&atilde; dos filmes do maior personagem de a&ccedil;&atilde;o da história, Jack Slater (com Arnold Schwarzenegger se divertindo muito no papel), ele acaba por cair no mundo do herói.</p>
	<p>A premissa lembra, inclusive, <em>Rosa Púrpura</em>, que é uma homenagem ao cinema como uma fuga do mundo real, uma máquina de sonhos que s&atilde;o projetados na tela grande. Ali durante duas, tr&ecirc;s horas ou mesmo cinco minutos, saímos de nossos corpos e encarnamos o reproduzido a nossa frente.</p>
	<p>Ok, McTiernan n&atilde;o é nenhum Allen. Tem lances respeitáveis na carreira (<em>Duro de Matar, Duro de Matar - A Vingan&ccedil;a, Ca&ccedil;ada ao Outubro Vermelho</em>) mas n&atilde;o fez <em>Annie Hall</em> ou <em>Poderosa Afrodite</em>. Também n&atilde;o chega perto de Billy Wilder (<em>Quanto mais quente melhor </em>- um dos maiores clássicos da comédia), mas tem seu valor, e demonstra ele muito bem em <em>O Último Grande Herói</em>.</p>
	<p>A grande sacada do filme talvez seja o brincar de fazer cinema. Ali nada é sério: as explos&otilde;es s&atilde;o toscas, os clich&ecirc;s pululam de hora em hora e o inverossímil é t&atilde;o indispensável quanto a c&acirc;mera em si. Ou seja, é uma homenagem a todos os filmes de a&ccedil;&atilde;o.</p>
	<p>Surpreende porém, que nesse interím tenhamos piadas ao mundinho do tapete vermelho hollywoodiano, refer&ecirc;ncias ao filmes antigos de alguns atores (F. Murray, por exemplo, é apontado pelo protagonista Austin O&#8217;Brien como &quot;o assassino de Mozart&quot; em refer&ecirc;ncia ao personagem de Salieri no clássico <em>Amadeus</em>, de Milos Forman) e a piada-mor do p&ocirc;ster de <em>O Exterminador do Futuro</em> com Silvester Stallone na pele do famoso andróide.</p>
	<p>Mas surpreende mais ainda que haja uma refer&ecirc;ncia t&atilde;o perfeita ao filme <em>O Sétimo Selo</em>, de Ingmar Bergman, com a Morte (encarnada &quot;só&quot; por Sir Ian Mckellen) vindo para o mundo real junto com Slater, mundo este t&atilde;o desgastado quanto a Nova Iorque depressiva de Allen em <em>Rosa Púrpura</em>. É aí que Slater percebe realmente que faz parte de um mundo de fantasia, um mundo onde temos nossos ingressos mágicos, que entregamos os porteiros dos Multiplex espalhados afora para que, durante uma, duas, tr&ecirc;s horas, ou mesmo cinco minutos, possamos ir para outro lugar além do rotineiro. Seja ele um filme de a&ccedil;&atilde;o, um faroeste, um v&ocirc;o de bicicleta com um ET. Antes de ser &quot;mais um filme do Schwarzenegger&quot; é uma inesperada (por ser de onde veio) homenagem a essa máquina de sonhos.</p>
	<p>Além do mais, o filme tem participa&ccedil;&otilde;es especiais de primeira (a prefeita é a Tina Turner, cáspita!). E tem música do AC/DC na trilha sonora! <img src='http://luzcamerapost.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> &nbsp;</p>
	<p><strong>Nota: Cinco estrelas na testa de John McTiernan</strong>&nbsp;</p>
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		<title>Se as preces funcionarem&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jul 2006 12:32:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Premìere</category>
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		<description><![CDATA[	Novamente do Omelete, a notícia que pode abalar alicerces no mundo dos aficcionados por quadrinhos e por cinema: Bryan Singer (X-Men, Os Suspeitos) pensa em dirigir o encontro de Super Homem e Batman!
	Disse o diretor a MTV gringa:
	&quot;Eu pensei bastante nesse encontro, mas n&atilde;o sei quem eu colocaria de vil&atilde;o. Talvez o próprio Batman, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Novamente do <a target="_self" href="http://www.omelete.com.br/cinema/news/base_para_news.asp?artigo=18643">Omelete</a>, a notícia que pode abalar alicerces no mundo dos aficcionados por quadrinhos e por cinema: Bryan Singer (<em>X-Men, Os Suspeitos</em>) pensa em dirigir o encontro de Super Homem e Batman!</p>
	<p>Disse o diretor a MTV gringa:</p>
	<p><font /><font><em>&quot;Eu pensei bastante nesse encontro, </em><em>mas n&atilde;o sei quem eu colocaria de vil&atilde;o. Talvez o próprio Batman, mas ele n&atilde;o pode ser t&atilde;o malvado, afinal ele é o Batman. De qualquer forma, isso n&atilde;o é assunto pra agora. Antes o Super-Homem precisa ter sua própria franquia estabelecida&quot;</em></font>.</p>
	<p>A se confirmar a ótima bilheteria que o retorno do Homem de A&ccedil;o terá nos cinemas, aliada a paix&atilde;o de Synger por quadrinhos, podemos ter quase certeza de que é um projeto ótimo e interessante tanto para a paix&atilde;o do diretor pelo assunto quanto para os sedentos cofres da Warner Bros, que bancaria a coisa.</p>
	<p>E digam que é epifania, mas eu até arriscaria convidar o Christopher Nolan para dirigir junto com Synger a película!&nbsp;</p>
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		<title>Heresia a caminho</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jul 2006 13:53:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Premìere</category>
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		<description><![CDATA[	Recém saiu no Omelete a notícia que vai matar muitos do cora&ccedil;&atilde;o: provavelmente sobre a batuta de Michael Bay (A Ilha, A Rocha, Pearl Harbor, Armageddon), será refeito o remake do clássico Os Pássaros, de Alfred Hitchcock. Quer um paralelo: é como dizer que a Sele&ccedil;&atilde;o Canarinho de 2006 nos deu um trauma t&atilde;o grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Recém saiu no <a href="http://www.omelete.com.br/cinema/news/base_para_news.asp?artigo=18604" target="_self">Omelete</a> a notícia que vai matar muitos do cora&ccedil;&atilde;o: provavelmente sobre a batuta de Michael Bay (<em>A Ilha, A Rocha, Pearl Harbor, Armageddon</em>), será refeito o remake do clássico <em>Os Pássaros</em>, de Alfred Hitchcock. Quer um paralelo: é como dizer que a Sele&ccedil;&atilde;o Canarinho de 2006 nos deu um trauma t&atilde;o grande quanto a de 82.</p>
	<p>Diz o produtor Brad Fuller, que neste momento possivelmente está ajudando a cagar na sabedoria como remake de outro clássico, <em>A morte pede carona</em>, estrelado na vers&atilde;o original pelo Hutger Hauer (os comentários em parent&ecirc;ses na declara&ccedil;&atilde;o s&atilde;o deste, indignado deveras):</p>
	<p>&quot;<font></font><font></font><font><em>Nós n&atilde;o estamos refazendo o filme de Hitchcock </em>(Deus é pai!)<em>.    O que nos interessa é que o conto está repleto de coisas chocantes que Hitchcock    n&atilde;o usou no filme dele </em>(a cena final do filme é uma das coisas mais chocantes que eu já vi, seu idiota!) <em>. Ent&atilde;o nós pegamos essas coisas, que s&atilde;o a base de nossa    produ&ccedil;&atilde;o. O título é o mesmo porque a base é a mesma </em>(Mudem o título. Coloquem <em>As Codornas</em>, qualquer diabo!)<em>, mas n&atilde;o temos os mesmos    personagens daquele filme. O conceito dos pássaros, certamente, é o núcleo dos    dois, mas as situa&ccedil;&otilde;es e a trama agora v&ecirc;m do conto e n&atilde;o da obra de Hitchcock</em></font> (Pelo amor de todos os Santos do cinema, n&atilde;o usem um &quot;baseado na obra do mestre Alfred Hitchcock ou eu rasgo todos os cartazes em S&atilde;o Paulo!)&quot;.</p>
	<p>Ainda tem mais heresia:</p>
	<p><font></font><font></font><font><em>&quot;A história é sobre uma família que já está lá, e n&atilde;o pessoas que    chegam de repente. Esse tipo de coisa vai mudar conforme o perfil dos roteiristas    e dos atores que podemos contratar, além do que o próprio elenco vai querer    do filme. É diferente de quando Hitch fazia esses filmes. Nós temos uma série    de variáveis que temos que equilibrar</em></font>.&quot;</p>
	<p>Avisou com todas as letras: será uma merda. Mas ainda bem que em nada tem haver com o clássico do mestre do suspense, conforme disse o produtor.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tubarão</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jul 2006 13:15:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Cine Baú</category>
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		<description><![CDATA[	Tubar&atilde;o é o melhor filme de Steven Spielberg. Ok, ele empata com a série Indiana Jones, o que o torna obra-prima na acep&ccedil;&atilde;o da palavra. &nbsp; Mas o que faz de Tubar&atilde;o um grande filme? Há quem diga que há a mensagem ecológica, do homem tomando o que é da natureza para o lucro da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><em>Tubar&atilde;o</em> é o melhor filme de Steven Spielberg. Ok, ele empata com a série <em>Indiana Jones</em>, o que o torna obra-prima na acep&ccedil;&atilde;o da palavra.<br /> &nbsp;<br /> Mas o que faz de <em>Tubar&atilde;o</em> um grande filme? Há quem diga que há a mensagem ecológica, do homem tomando o que é da natureza para o lucro da pequena cidade praiana de Amity, que precisa de suas águas livres no ver&atilde;o. Outros dizem que é o clima de suspense por n&atilde;o vermos a &quot;máquina de matar&quot; durante grande parte do filme. Sabemos que há o terror, mas n&atilde;o há mostra visual disso, só a c&acirc;mera com um pequeno ponto de luz nas pernas da próxima vítima. É aquilo que o Hitchcock disse de se sugerir o terror, base do suspense.</p>
	<p> Talvez seja a trilha sonora que John Williams, esse sim um &quot;Midas&quot; (quem n&atilde;o sabe cantarolar os temas de Star Wars e Indiana Jones n&atilde;o é humano), criou para <em>Tubar&atilde;o,</em> a melhor em matéria de suspense na história do cinema. Aos primeiros acordes da música tema, o espectador sente o frenesi da imin&ecirc;ncia de um ataque do grande tubar&atilde;o branco, cola na cadeira e ao menor sinal de água, grita por socorro.</p>
	<p><a href="http://luzcamerapost.blogsome.com/wp-admin/images/tubarao-poster01.gif"><img width="120" height="180" border="0" title="" alt="" src="http://luzcamerapost.blogsome.com/wp-admin/images/thumb-tubarao-poster01.gif" /></a>&nbsp;</p>
	<p>&quot;Um cartucho de Seaquest do Atari, eu diria&quot;&nbsp;</p>
	<p>Temos ainda o trio de protagonistas principais: Quint (Robert Shawn), o marinheiro dur&atilde;o e obcecado pelo animal (talvez uma alus&atilde;o ao Capit&atilde;o Ahab e sua luta para ter Moby Dick); o geólogo Matt Hooper (o excelente Richard Dreyfuss), cientificamente maravilhado com o poder do estupendo animal; e por fim o chefe de polícia Martin Brody (Roy Scheider), um tanto hidrófobo e ainda desacostumado com os &quot;caipiras&quot; de Amity, esperando que mais ninguém morra nas águas do balneário.</p>
	<p>E temos, obviamente, o grande tubar&atilde;o branco num filme de 1975, sem DreamWorks, sem Industrial Light &amp; Magic, sem Weta. Um rob&ocirc; um tanto feio, mecanizado demais, mas precisamente assustador e imenso. Quando n&atilde;o temos o tubar&atilde;o em si, temos mergulhadores com cabos, com c&acirc;meras, dando as vítimas a sensa&ccedil;&atilde;o de terror que as dentadas do animal s&atilde;o capazes de provocar. Em suma, uma aula de cinema travestida de diversas formas. Sem sombra de dúvidas, um dos melhores da história do cinema.</p>
	<p><strong>Nota: Seis estrelas na testa de Spilberg mais um &quot;aprovado com louvor&quot;</strong></p>
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		<title>Carros</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jul 2006 16:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Resenha</category>
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		<description><![CDATA[	Carros, o primeiro filme da Pixar sob a égide dos estúdios Disney, é a obra mais perfeccionista que já se viu num filme de anima&ccedil;&atilde;o. Tem dire&ccedil;&atilde;o de John Lasseter, homem todo-poderoso do estúdio e, perdoem-me quem pode achar heresia, alguém pronto para ser o Walt Disney do século 21. 
	O filme parte do princípio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><em>Carros</em>, o primeiro filme da Pixar sob a égide dos estúdios Disney, é a obra mais perfeccionista que já se viu num filme de anima&ccedil;&atilde;o. Tem dire&ccedil;&atilde;o de John Lasseter, homem todo-poderoso do estúdio e, perdoem-me quem pode achar heresia, alguém pronto para ser o Walt Disney do século 21. </p>
	<p>O filme parte do princípio de que os carros s&atilde;o humanos. Talvez John Carpenter com <em>Christine, o Carro Assassino</em> tenha chegado perto disso, transformando o transporte numa máquina de matar. Em <em>Carros </em>eles s&atilde;o as pessoas em si. Até as moscas s&atilde;o carros, eles consomem gasolina como se fosse comida, transformando até os combustíveis oriundos de fontes renováveis em uma espécie de &quot;comida vegetariana&quot; para os possantes. </p>
	<p>Rel&acirc;mpago McQueen é um carro estreante prestes a ganhar a Copa Pist&atilde;o, e será o primeiro a conseguir tal feito. Após um acidente, onde seu caminh&atilde;o de transporte dorme na pista (sim, &quot;o&quot; caminh&atilde;o dorme. Sem contar que o sua carroceria tem algo parecido com um boné, no melhor estilo <em>Falc&atilde;o, o Campe&atilde;o dos Campe&otilde;es</em>), Rel&acirc;mpago para em Radiator Springs, uma cidade enclausurada na mítica Route 66.</p>
	<p><a href="http://luzcamerapost.blogsome.com/wp-admin/images/cars.jpg"><img width="180" height="90" border="0" align="middle" src="http://luzcamerapost.blogsome.com/wp-admin/images/thumb-cars.jpg" /></a>&nbsp;</p>
	<p align="left">&quot;Meu dentista nunca me disse que Bardhal era bom pra cárie, s&ocirc;!&quot;&nbsp;</p>
	<p>Li&ccedil;&otilde;es típicas dos desenhos Disney pululam daí para frente. Amizade, confian&ccedil;a, respeito, afeto e que tais. Como roteiro, <em>Carros</em> perde para seus parceiros de estúdio, como <em>Procurando Nemo</em> ou <em>Monstros S.A</em>, mesmo tratando bem a quest&atilde;o do saudosismo. Mas as imagens de Radiator, os carros da cidade, um velho Hornet da década de 50, os compactos italianos e &quot;a&quot; Porsche Carrera com direito a tribal s&atilde;o um show de efeitos visuais. Se perde e muito para as idéias e li&ccedil;&otilde;es de <em>Toy Story</em> e afins, <em>Carros</em> faz o impossível e dá um banho em todos no quesito anima&ccedil;&atilde;o, coisa que parecia inimaginável até ent&atilde;o.</p>
	<p>Após as duas horas de filme, voc&ecirc; n&atilde;o sai do cinema com uma mensagem, como seria mais do que provável num filme Disney. Mas sai, sem dúvida, com a impress&atilde;o de que Walt Disney sorri feliz por ver que sua empresa arrumou um sucessor de grande cacife.</p>
	<p><strong>Nota: quatro estrelas mais um &quot;continue assim&quot; na testa de Lasseter.</strong> </p>
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